Insónias

Saiba mais sobre a insónia

mulher jovem na cama acordada
O que significa ter INSÓNIAS?

Insónia pode traduzir-se por dormir pouco, dificuldade em adormecer, acordar muito cedo, acordar muitas vezes de noite ou mesmo sentir, pela manhã, que não foi um sono restaurador. É, como tal, toda a situação em que a pessoa refere que dorme mal mesmo tendo oportunidade de dormir bem.

É sempre importante tentar tratar logo no inicio a origem do problema. As causas de uma insónia quando pesquisadas cedo são, usualmente, de mais simples tratamento e melhores  resultados.

São raras as pessoas que pelo menos uma vez não tiveram um episódio de insónia.

Classificação das insónias
  • Agudas – ocorrem esporadicamente sem um carácter de repetição
  • Crónicas – ocorrem mais de 3 dias semanas x 8 meses (nem todos consideram este padrão)
  • Primárias – por si só o mal dormir é uma perturbação autónoma
  • Secundárias – as mais frequents. Usualmente há um ou mais acontecimentos que são os precipitantes da insónia; muitas vezes estes fatores mantem-se e perpetuam a insónia
Quando nos devemos preocupar

Sempre que ao fim de 3 ou 4 dias mantemos a sensação de que estamos a dormir mal, dormir pouco, dormir insuficiente, cansaço diurno sem razão aparentes, sonolência diurna, devemos prestar atenção ao nosso sono.

Após alguns dias com queixas de mal dormir deve consultar um centro que estude diagnostique e trate perturbações do sono. 

O que não se deve fazer

Desprezar os sinais de alerta,  auto medicar-se ou tomar medicação aconselhada por alguém não habilitado.

Tratar só os sintomas é um erro grave, senão houver um diagnostico, podendo mesmo ter consequências mais graves que a própria perturbação.

Consequências da insónia
  • Cansaço diurno excessivo
  • Dificuldade em pensar
  • Dificuldades de concentração
  • Irritabilidade
  • Desmotivação
  • Agravamento da condição física e/ou psíquica
  • Consumo não regulado de medicamentos/drogas
A insónia pode estar também associada a:
  • Hipertensão
  • Ansiedade
  • Depressões
  • Diabetes
  • Perturbações endócrinas
  • Artrite
  • Disfunções cardíacas
Fatores de risco
  • Stress
  • Ansiedade
  • Depressão
  • Maus hábitos de sono
  • Mal adaptação trabalho por turnos
  • Fatores perpétuantes
  • Medicação
  • Patologias cardíacas, respiratórias, dores crónicas, entre outras.
Prevalência sexo e idade
  • Mais frequente nas  mulheres  relacionadas com variações hormonais, gravidez,  preocupação com sono dos filhos.
  • Mais frequente nos idosos  na reforma por, sonos diurnos, surgimento de outras doenças,  medicações, alteração normal  do ciclo circadiano com  despertar mais cedo.

De notar que algumas estas situações podem ser consequência ou causa da insónia.

Tratamento da insónia

Dormir ocorre porque há uma interação entre o mente , corpo e cérebro criando  as condições para iniciar manter ou  finalizar o sono. Em situações normais estes três elementos têm de estar em sintonia.

Se estivermos  ansiosos, deprimidos, stressados, preocupados, com frio ou excesso de calor, mau ambiente  do local de dormir, dores, uso substâncias  que influenciem o sono  então poderá ocorrer  ter dificuldade em iniciar manter ou finalizar um bom sono.

Assim sendo, quando  depois de excluirmos perturbações passiveis de causar ou agravar uma situação de mau dormir,  insónia, teremos de dar inicio ao tratamento.

Devemos sempre dar preferência a aturar sem medicamentos e, se o fizermos com medicamentos, deverão ser o mais específicos possíveis para o tipo de insónia em causa, com  menos efeitos laterais e em doses mínimas.

Minimizar o surgimento da insónia

Existe um conjunto de boas práticas que o poderão ajudar a prevenir a insónia ou evitar que se torne um problema para si:

  • Criar um bom ambiente profissional familiar e ou social
  • Tratar todas as situações psíquicas negativas
  • Ter uma boa higiene de sono
  • Usar a cama só para dormir
  • Se sexo antes do sono  o despertar evitar no quarto
  • Não forçar o sono se não surge espontaneamente.
  • Bom ambiente de quarto em temperatura luz e barulho
  • Fazer exercício físico
  • Evitar todo o tipo de estimulantes
  • Não ver as horas quando acorda á noite ou está a adormece

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