Ressonar / Roncopatia

O ressonar, ou a roncopatia, é uma perturbação do sono, devendo ser considerado como um sinal de alarme.

É mais frequente no homem se bem que as mulheres aproximam-se com o decorrer da menopausa

Causas do ressonar

O indivíduo ressona porque alguma estrutura da via aérea  está a vibrar com a passagem do ar por uma zona estreita.

Durante o sono os músculos relaxam. Consequentemente as vias aéreas tendem a diminuir os diâmetros. Se já de si forem estreitas a situação agrava-se causando a vibração, o ressonar..

Quando se deve preocupar com o ressonar?

Sempre!

Seja em crianças, adultos ou idosos. Pode só incomodar, mas se simultaneamente ocorrer:

  • Insónia por pensar que vai incomodar terceiros
  • Insónia de causa desconhecida
  • Sensação de cabeça pesada ou mesmo dor de cabeça matinais
  • Boca seca matinal
  • Aumento peso recente
  • Pausas respiratórias testemunhadas
  • Dor no peito
  • Hipertensão
  • Falta de concentração
  • Diminuição da capacidade sexual
  • Dor e ou dificuldade em engolir

…então deve consultar um medico do sono para despiste de patologias mais ou menos graves associadas.

Ressonar na criança

Ressonar nas crianças não é normal. O facto de muitas vezes desaparecer na adolescência não significa que a situação deva ser considerada inofensiva.

É importante saber que há sempre uma diminuição da ventilação e que todas as noites isso vai ocorrer, podendo ter consequências no desenvolvimento do corpo e da mente.

Como tratar o ressonar?

O tratamento específico para o ressonar dependerá da idade, das causas, da coexistência ou não de outras patologias e por último da vontade de não incomodar terceiros.

Não existem até hoje tratamentos garantidos, seja com prótese, “spray milagroso” ou cirurgia.

Medidas gerais de tratamento

  • Boa higiene do sono;
  • Hábitos saudáveis
  • Controle do peso (um quilo pode fazer a diferença).
  • Evitar medicamentos que provoquem relaxamento. Não pare nem inicie medicações sem consultar um médico com conhecimentos sobre sono.

Tratamentos não cirúrgicos: 

  • CPAP;
  • Bi-PAP;
  • Auto-CPAP;
  • Próteses orais.

Tratamentos cirúrgicos (isolados ou em conjunção) que podem incidir sobre:

  • Adenoides;
  • Amígdalas;
  • Palato;
  • Úvula;
  • Faringe;
  • Septo nasal;
  • Turbinetos;
  • Língua;
  • Maxila;
  • Osso hióide.
  • Nervo hipoglosso (nervo da  musculatura da língua)

Não se pode apontar o melhor tratamento; tudo depende da situação em que se encontra o paciente.

Contacte-nos, podemos ajudar:

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geral.umce@gmail.com

Clinica do Sono Dr. Anselmo Pinto, 2017

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