Vertigens, Tonturas, Desequilíbrios

em pé sobre tronco caído.

Sem entrarmos numa discussão sobre o significado médico das palavras, poderemos dizer que estas são expressões não raro usadas indiscriminadamente por não clínicos, para traduzir uma falsa sensação de movimento, náuseas, mal estar na cabeça, mal estar durante a marcha ou movimentos da cabeça. A definição de vertigem desequilíbrio ou tonturas, mesmo entre clínicos, é por vezes não concordante.

Podem ter causa simples como um alimento, reação a um medicamento, desidratação, hipotensão súbita e ou crónica. Mas podem também ter origem em fatores mais graves como alimentação desadequada, anemia, doenças do ouvido médio e ou interno, patologia endócrina, neurológica ou psiquiátrica, tumores, entre outras.

É importante que as queixas sejam investigadas, diagnosticadas e tratadas. Só a investigação levar-nos-á a descobrir a(s) causa(s). Envolverá uma historia clinica completa, exame físico e exames complementares. O diagnostico final orientará o tratamento e previsão do evoluir da situação.

Saiba mais

Investigação Clinica

Passa sempre por uma historia clínica completa, atual e anterior, pessoal e familiar e que englobe hábitos alimentares, profissionais, lazer, uso de fumo, drogas, medicamentos.

É importante a descrição ao pormenor dos sintomas. Quando surgiu 1ª vez, as repetições, o que estava a fazer, o que agrava ou alivia a situação, quais os sintomas de perca de visão e ou audição, zumbidos, desmaio e todo ou qualquer sinal ou sintoma sentido.

Após a colheita da historia clinica passar-se-á aos exames complementares que servirão para confirmar ou despistar suspeitas e consolidar um diagnostico definitivo.

De entre os exames destacam-se: audiograma, potenciais evocados, videonistagmografia posturografia TAC, ressonância  magnética ou análises ao sangue.

Diagnósticos possíveis

Dentro dos mais frequentes diagnósticos contam-se:

  • Ansiedade
  • Hiperventilação 
  • Desidratação
  • Patologias do ouvido e ou labirinto
  • Hipotensão
  • Anemia
  • Distúrbios psiquiátricos
  • Distúrbios neurológicos
  • Tumores
Prognóstico

Na maioria dos casos o prognóstico é bom conseguindo-se a cura. Por vezes não se consegue a cura mas, com adaptação de alguns hábitos e medicação, atenua-se consideravelmente os sintomas.

Tratamentos

Na maioria dos caso há tratamentos que vão desde manobras de readaptação fisiológica, passando pelos tratamentos com fármacos ou mesmo cirurgia.


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